Home Data de criação : 08/01/22 Última atualização : 08/03/02 16:34 / 8 Artigos publicados
 

Entrevista com Luringa  escrito em domingo 02 março 2008 16:34

O entrevistado da vez, é um fotografo. O mineiro Lourenço Fabrino, também conhecido como Luringa, é conseiderado por muitos, 'o' fotografo. Clicando as bandas de maoir sucesso na atualidade, como Strike e Nx Zero, ele quer mais é fotografar e se divertir.
Confira o papo exclusivo com Luringa.


Nome, idade, procedência?

Lourenço Fabrino, 25 anos, mineiro de Belo Horizonte, residente desde sempre em São Paulo.


Como começou a se interessar por fotografia?

Acho que a uns dez anos atrás, mas trabalhar mesmo com foto a uns 5 anos


Já sabemos que você usa uma lente especial, para arredondamento das bordas. Quais seus outros 'truques'?

Sim, eu uso uma olho de peixe de 8mm. O maior truque é sempre estar presente nos shows, isso faz você captar mais imagens boas, pois já sabe onde e quando as coisas acontecem para serem clicadas.



O que curte ler, ver e ouvir?
Ler - Operação Cavalo de Tróia, de J.J Benitez
Ouvir – Hurtmold, qualquer disco deles é foda.


Você é muito ligado em internet?

Muito, diria que não viveria mais sem ela. Meu trabalho todo depende disso, não tenho como fugir dela.

Qual a cena mais engraçada ou bizarra que já aconteceu nas viagens com as bandas?
Rolaram muitas, é difícil lembrar de uma. Um monte de rockeiros e bebidas sempre proporcionam muitas coisas bizarras tbm hauahuaha Posso dizer que já vi nego correndo pelado atrás de mulher nos corredores do hotel, isso foi bizarro!


Como surgiu a idéia dos posters autografados?
Dei conta que poderia fazer uma coisa legal nesse lance de posters, primeiro que pegar os autógrafos seria muito fácil, já que esotu todo o dia com esse caars quase e também porque ninguém nunca tinha feito, e pelo que sei ainda não fizeram. Resolvi lançar primeiro essa idéia, e graças a Deus ta indo tudo ótimo!


Pra você, quais as bandas mais promissoras da cena?

Acho que Gloria, Granada, Sugar Kane, Rancore, 35 Mls e muitas outras!


Obrigado pela conversa.

Eu que agradeço!




Pra saber mais:
http://www.fotolog.com/luringa
http://www.flickr.com/photos/luringa

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Entrevista com Bianca Jhordão  escrito em segunda 18 fevereiro 2008 21:01

A entevista da vez, é uma cantora e guitarrista. A carioca Bianca Jhordão é guitarrista e vocalista da banda Leela, e divide atualmente seu tempo também como apresentadora do programa Nickers, da Nickelodeon.
Confira o papo exclusivo com Bianca.


_Nome, idade, procedência?

Bianca Jhordão, 30 anos, Rio de Janeiro.



_Como começou a se interessar por música?

Desde pequena estou acostumada com a música em casa. Meus pais tocam piano e minha mãe também violão.  Eles ouviam música clássica, francesa e os pais do rock como Little Richard, Elvis, Jerry Lee Lewis, entre outros. Quando adolescente comecei a fazer coletâneas em k-7 e, a cada vez mais procurar por artistas de rock.  Aos 16 anos tive um programa de rádio na Tribuna FM (em Petrópolis, RJ) por 3 anos e foi quando comecei a trabalhar na cena alternativa de fato. No “Alternative Mind” eu tocava sons de bandas praticamente desconhecidas em 1994 como Weezer, Smashing Pumpkins, Shelter, Sick Of It All, e também as novas bandas cariocas em ascensão.   Depois fiz faculdade de jornalismo e escrevia num site de notícias sobre música, quando comecei a freqüentar os showzinhos de rock que rolavam no Rio. Conheci a Mariana Eva (Madame Mim), e resolvemos montar o Polux, nossa primeira banda e que ficou na ativa por 3 anos fazendo shows por todo o país.  Em 2000, com o guitarrista também do Polux, Rodrigo Brandão, montamos o Leela e em 2004 lançamos nosso primeiro disco pela EMI. O single “Te Procuro” tocou bastante nas rádios e fez com que levássemos o prêmio de Banda Revelação no VMB 2005, nosso disco concorreu ao Grammy Latino e fizemos shows com a Avril Lavigne no Brasil. Em 2007 lançamos “Pequenas Caixas”, nosso segundo disco e agora em 2008 começamos a turnê do novo disco.



_Quando começou a escrever, ainda era adolescente ou já integrava o Leela?

Sempre gostei de escrever. Fazia diários, escrevia cartas enormes para minhas amigas, contos, poesias, mas não mostrava para ninguém.  Era um lance só meu mesmo. Comecei a compor quando o Polux começou e, aos poucos descobri a não só pensar no texto como um todo mas em como as palavras podem trazer melodias e sonoridades incríveis.



_Como e quando conheceu seus companheiros de banda?

O Rodrigo (guitarrista) eu conheço desde pequena, pois ele é o primo de uma grande amiga.  Nossa amizade se transformou em namoro e estamos juntos há 12 anos, sendo que 10 dedicados à música.  Ele é meu parceiro musical desde o início do Polux, em 97 e juntos compomos as músicas do Leela.
Tchago é o nosso quinto baixista depois da Kátia Dotto, Melvin, Patrick Laplan e o Christian Kochenborger. Sendo que o Christian é o irmão do Tchago e foi quem o indicou para a vaga, já que na época ele estava fazendo shows com o Jimi James e não estava dando conta das duas bandas.  O Tchago entrou na banda na semana de gravação o primeiro disco.
PHD está na banda há 5 meses, quando o Luciano Grossman, deixou a banda após 07 anos. Fizemos ensaios com 16 bateristas diferentes até encontrarmos o PHD, que trouxe uma pegada mais pesada nos tambores.

 

 
_Está sendo legal a experiência como apresentadora?

Sim, é uma experiência bacana e divertida! Vivenciar o dia-a-dia da gravação de um programa de TV é um barato e, aos poucos, percebo sutilezas nunca antes notadas por mim como posições de câmera, iluminação, roteiro, figurinos, etc. Eu estou curtindo e também aprendendo bastante, é um mundo bem diferente mas de certa forma complementar ao universo musical em relação a se realizar um show.


_O que curte ler, ver e ouvir?

Curto ler poesias como as de Walt Whitman, Carlos Nejar, Cecília Meirelles e escritores como Kafka, Inês Pedrosa e Fausto Fawcett. Adoro assistir filmes de Buñuel, Woody Allen, David Lynch, Michel Gondry e ouvir Bob Dylan, PJ Havey, Radiohead, Bloc Party, Husky Rescue, Arctic Monkeys, Pixies...



_Já teve outros trabalhos antes de ser música?
Tive programas de rádio na Tribuna FM e também na Rádio Viva Rio AM (Lado Bia).  Escrevi para revistas como Bizz, Rolling Stone, Gávea, MTV, em sites de notícias. Fiz assessoria de imprensa para artistas novos, já trabalhei numa loja de roupas e fui baby-sitter de pré-adolescentes americanos.



_Qual sua relação com a internet?

Lembro-me de uma estória que rolou bem no começo da Internet, quando todos ainda usavam conexão via telefone.  O Polux foi tocar num festival e a designer do flyer nos mandou a arte num tamanho enorme.  Repassamos esse email pesado (a conexão discada reinava) para toda a nossa mailing e acabou que travamos a caixa de um monte de gente, fomos super xingadas!
Mas, depois disso, aprendemos a usar a ferramenta melhor, com mais freqüência e hoje é praticamente fundamental para nossas vidas pessoais e profissionais. Também escuto e conheço todas as novas bandas pela Internet, é o meio mais rápido e de fácil acesso. Fundamental para se divulgar uma música nos dias de hoje.

 

_Obrigado pela conversa.

Valeu pelo espaço, um beijão!


Foto - Egydio Zuanazzi

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Entrevista com Tavares  escrito em quinta 14 fevereiro 2008 17:08

O entrevistado da vez, é músico. O gaúcho Rodrigo Tavares, mais conhecido somente como Tavares, divide seu tempo com música. É atualmente baixista da banda gaúcha Fresno, guitarrista e vocalista da banda Abril,baterista e voaclista da recém formada banda de metal Ivan Drago e tem seu projeto solo, denominado de Esteban. Confira agora o papo exclusivo com Tavares.


_Nome, idade, procedência?
Rodrigo Tavares, 25 anos, natural de Camaqua/RS, nascido em 12/04/82


_Como começou a se interessar por música?
Quando tinha 3 anos, ganhei do meu pai um disco do Renato Borghetti. A partir daí, comecei a me interessar por Gaita. A guitarra veio aos 7 anos, quando assisti o filme "La Bamba", sobre a história de Ritchie Vallens.


_O que curte ler, ver e ouvir?

Gosto da literatura do Pedro Juan Gutierrez. Na leitura, gosto do absurdo, acho interessante a sujeira.
No cinema, tenho uma atração especial por filmes de terror, dos quais tenho uma considerável coleção, sem falar nos filmes do David Lynch, que são sempre uma boa atração.
Atualmente ouço muito a três bandas da nova geração do rock americano: Emery, Anberlin e Copeland.
Durante o dia, gosto de ouvir rádios de "Love Songs".


_O que acha dos fãs de te chamarem de 'mestre'?
Acho demais. É o reconhecimento do trabalho, do estudo da música. Me considero um músico razoável, mas bem responsável.
Gosto do carinho deles. Sou grato por toda vida.


_Fale sobre o projeto Ivan Drago.
Gosto muito de Heavy Metal, sempre gostei. A adolescência inteira foi marcada pelo metal. O projeto é uma brincadeira, mas ao mesmo tempo eu levo muito a sério. Sou apaixonado pela bateria, e foi a minha chance de tocar. Também canto e componho as músicas.



_Lembra de algum show que você viu, e te marcou?

Acho que o show do Keane, em abril/07, no Credicard Hall/SP. Os caras são demais, a produção é demais, as músicas são demais, e a simplicidade é sublime. Melhor show da vida.


_Como conheceu os outros integrantes da Fresno.
Produzi os dois primeiros disco da banda, desde então a amizade cresceu, eu e o Lucas começamos a compor juntos, gravar algumas besteiras. Quando o Lezo saiu, eu fui convidado para tocar baixo, aceitei e tô aqui, né?


_Baixo ou guitarra?
Guitarra, sempre. Embora minha admiração pelo baixo seja cada vez maior, e tenho me esforçado ao máximo para tentar ser o diferenciado, e criar uma linguagem nova sobre o instrumento.


_Qual são seus vícios e seus lazeres?
Cigarro e cinema. O meu maior lazer quando morava em Porto Alegre era assistir os jogos do Internacional.
Vício e lazer = Música.


_Na tua opinião, qual o show mais foda que já fez?

Felizmente, já toquei nos lugares mais importantes do Brasil, mas com certeza, os mais especias são o Festival Planeta Atlântida, e o show em Brasília, em nov. 2007. Foi SURREAL. A melhor reação do público que eu já presenciei.


_Obrigado pela conversa.
Valeu. Agradeço pelo espaço. Ouçam meus trabalhos, tanto na Fresno, quanto na Abril, Esteban e Ivan Drago.
Beijos!


Foto - Venâncio - http://flickr.com/photos/venancio2007
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Entrevista com Le Atkinson  escrito em segunda 11 fevereiro 2008 16:39

O entrevistado da vez, é um músico. O paulista Le Atkinson é vocalista da banda Teoria do Caos, ele conta aqui sobre suas experiências de vida, o que gosta de fazer no seu tempo livre...
Confira agora o papo exclusivo com Le.


_Nome, idade, procedência?
Bruno Atkinson, idade desconhecida. Fui concebido na maternidade da megalópole de Little Valleys, interior de São Paulo.


_Como começou a se interessar por música?
Meu irmão mais velho (16 anos mais velho) era um metaleiro de primeira. Gostava de Iron Maiden, Scorpions, Metallica, Pearl Jam, Nirvana e Tears For Fears. As pérolas dos anos 80/90. Eu cresci ouvindo o que ele ouvia, e quando tinha meus 10, 11 anos, fingia tocar guitarra com uma raquete de tênis, ouvindo o Jagged Little Pill da Alanis Morissette. Aos 12, peguei o velho violão que estava jogado no sótão da casa e fui fazer aula. A banda foi consequência...


_O que curte ver, ler e ouvir?
Sou cinéfilo, gosto de filmes de todos os gêneros. As leituras favoritas são as biografias de grandes ícones musicais. E quanto ao que eu gosto de ouvir, a lista é grande. Eu gosto de muita coisa, não sei se seria possível dizer tudo aqui. Não sou eclético, porém, livre de qualquer preconceito. As bandas que mais admiro, e que mais tenho escutado ultimamente são Queen, Metallica, Guns´n Roses, Beatles, Aerosmith, Avenged Sevenfold, Papa Roach, The Killers e Los Hermanos.


_Lembra de algum show que você viu, e te marcou?
Quando fui ver o Aerosmith no Morumbi, em São Paulo. O Steven Tyler é um grande ídolo meu, e ver aquele velho cantando e dançando como se tivesse 20 anos foi inesquecível. Eles simbolizam muito do que é o rock, e esse show foi como uma aula pra mim.

_Qual a sua música preferida da Teoria do Caos?
São tantas...mas se tiver que escolher uma, escolho Postumus. Ela tem um significado muito maior do que as pessoas imaginam, e me dá calafrios até hoje, quando escuto.


_Como conheceu os outros integrantes da Teoria do Caos?
Conheci o Gui e o B. no jardim de infância. Nossa ligação já era forte desde aquela época. Éramos melhores amigos. Quando formei minha primeira banda com o B., conhecemos o Bru Lencar através de uma indicação de um amigo, e ele acabou assumindo as guitarras da banda. No colegial, eu e o Lencar caímos na mesma classe, e isso ajudou muito na formação da Teoria do Caos. O Atus, conhecemos nos primeiros testes para baterista da Teoria do Caos. Quando eu, B., Gui e Lencar entramos no quarto, soubemos que era ele. Ele se tornou mais um melhor amigo. E a banda estava formada. 


_Que pontos você destacaria de sua cidade?

Cara, Little Valleys é a cidade mais tranquila e pacata da América Latina. É o lugar errado para uma banda de rock, mas o lugar certo pra quem quer viver em paz. Uma vez por ano, em Janeiro, rola uma festa que costuma ser bem popular, na qual a Teoria toca. É a Festa do Figo. Vale a pena visitar.


_Já teve outros trabalhos antes de ser músico?
Sim, sim. Já trabalhei em departamento financeiro, em jornal, em lista telefônica.


_Qual a coisa mais 'ousada' que uma fã já te fez?
Acredito que tenham sido pedidos de beijo no meio do show, coisas assim. Mão aqui, mão ali... às vezes elas são bem ousadas... (risos) ...


_Obrigado pela conversa.
Eu que agradeço. É sempre um prazer poder compartilhar minhas opiniões, experiências, etc. Espero que tenham gostado. Continuem acompanhando a Teoria do Caos, e nunca se esqueçam do rock´n roll! Abraço!


Foto - Orelha - http://flickr.com/photos/orelha/
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Entrevista com Julie  escrito em sábado 02 fevereiro 2008 17:08

A entrevistada da vez, é uma estudante de jornalismo. A gaúcha Julie, atualmente mora em Balneário Camboriú, SC, e divide seu tempo entre a busca de um estágio em algum veículo jornalístico, e escritas em seu blog pessoal.
Confira agora o papo exclusivo com essa gaúcha muito gente boa, Julie.



Nome, idade, procedência?

Juliete Lunkes, 18 anos, Santa Rosa-RS

 
 
_Qual sua relação com a internet?
Passo a maior parte do dia ligada à internet, e isso tem muito a ver com minha paixão por escrever, já que foi no meu blog que encontrei uma maneira de publicar meus textos de um jeito simples, onde pessoas do mundo inteiro tem acesso e a chance não só de ler como também de interagir me mandando e-mails com criticas, elogios, sugestões, e muitas vezes também para dizer que com meu blog eu as encorajei a fazerem seus próprios blogs, e tudo isso é muito gratificante! Muitas vezes a internet acaba sendo mais divertida que o "mundo real". E claro, não deixando de mencionar também o fotolog, onde gasto mais algumas horas do dia me divertindo!


_O que curte ler, ver e ouvir?

Pra mim é meio complicado definir um tipo de leitura, eu gosto muito de ler e realmente acho que sou capaz de ler qualquer tipo de livro, mas ultimamente tenho gostado muito de ler romances policiais, acho que são os que mais prendem minha atenção, e claro, livros de jornalismo, que pra mim nunca foram uma obrigação de estudante, e sim um prazer. Na verdade vale o mesmo para filmes! Assisto de tudo, e geralmente vou atrás daqueles que encontrei um bom comentário ou resenha a respeito, mas o que eu mais acabo assistindo é suspense e comédia! Já música eu tenho uma limitação maior, dependendo do ponto de vista. Ouço basicamente rock, mas dentro do gênero acabo tendo um gosto bem variado também, que vai de britpop à punk rock.
 
 
_Que pontos você destacaria de sua cidade?
Atualmente eu estou morando em Balneário Camboriú-SC, e minha relação com essa cidade foi um tanto ilusória. Eu quis vir pra cá para realizar o sonho de fazer minha faculdade de jornalismo e conseguir minha independência desde cedo, já que meus pais não vieram comigo, e bem, a ideia era outra quando cheguei aqui, mas depois que o tempo passa você acaba achando tudo muito monótono, tudo a mesma coisa. Eu não gosto de praia, e esse já é um bom motivo para eu não estar aqui! O que eu destacaria aqui é o fato de Balneário ser uma cidade relativamente pequena, e ter toda uma estrutura de cidade grande, acho que foi isso que me encantou.


_Sendo estudante de jornalismo, quais são seus jornalistas/fotógrafos preferidos?
 Geralmente quando perguntam isso na faculdade, as respostas são uma chuva de Lilian Vite Fibe, Caco Barcelos, Carlos Nascimento, Sônia Bride, e não que eu não ache esses jornalistas sensacionais, mas por eu preferir ler a assistir televisão, tenho outras opiniões, e consequentemente, nomes bem menos famosos popularmente.  Entre meus preferidos está Marcus Preto, que faz várias (e ótimas!) matérias para a revista Rolling Stone, e também, claro, o Eduardo Bueno que além de jornalista é escritor, editor, tradutor e meu conterrâneo do Rio Grande do Sul! O Eduardo é o tipo de jornalista que quanto mais eu conheço o trabalho, mas ganha minha admiração. Já fotógrafos existem muitos e muitíssimo talentosos, então para não ficar o resto do dia escrevendo, vou me limitar a citar apenas um que está mais focado em foto jornalismo, que é o André Vieira.
 

_Lembra de algum show que você viu, e te marcou?
 Eu não costumo ir a shows muito grandes, mas em cada um deles tem algo que me marca. Um que eu tenho nitidamente na memória e que me marcou muito foi um show do Nenhum de Nós que eu fui quando tinha 12 anos! Foi o primeiro show que meus pais me deixaram ir sozinha, eu sabia todas as letras de cor, e estava colada na grade, e é interessante porque faz seis anos e eu ainda guardo aquela sensação até hoje.Os shows que mais me marcaram foram esses em que eu era mais novinha, já que atualmente minhas bandas preferidas são outras, e estão longe de virem ao Brasil!


_Como foi a sessão de fotos com o Venâncio?

 Aquela sessão foi na verdade uma sessão informal. Eu e o Venâncio somos amigos e eu estava visitando Curitiba, então numa tarde nós fomos ao jardim botânico e ele fez as fotos. Foi minha primeira sessão grande com um fotógrafo profissional. Ele e o Cesinha (Cesar Ovalle) já tinham tirado fotos minhas em outras ocasiões, mas foi só uma ou outra foto e bem de brincadeira mesmo. Já nessa do Venâncio foram muitas fotos, e fotos ótimas, mesmo sendo sem nenhuma produção. Ele manda muito bem. 


_Obrigado pela conversa.
 Eu que agradeço! Adorei!


Foto - Venâncio - http://flickr.com/photos/venancio2007/
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